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NOSSOS CAMINHOS

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NOSSOS CAMINHOS

Um dia, um bezerro precisou atravessar a floresta virgem para voltar a seu pasto. Sendo animal irracional, abriu uma trilha tortuosa, subindo e descendo colinas

No dia seguinte, um cao usou a mesma trilha para atravessar a floresta. Depois foi a vez de um carneiro, lider de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha torta. Mais tarde, os homens comecaram a usar esse caminho: entravam e saiam, viravam a direita, a esquerda, abaixando-se, desviando-se de obstaculos, reclamando e praguejando, ate com um pouco de razao Mas nada faziam para mudar a trilha.

Depois de algum tempo, a trilha acabou virando uma estradinha, onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em tres horas uma distancia que poderia ser vencida em, no maximo, uma hora, caso a trilha nao tivesse sido aberta por um bezerro.

Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo e, posteriormente, a avenida principal de uma cidade. Logo, a avenida transformou-se no centro de uma grande metropole e, por ela, passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma trilha torta feita pelo bezerro anos antes

Os homens tem a tendencia de seguir como cegos por trilhas feitas por outras pessoas e se esforcam de sol a sol para repetir o que os outros ja fizeram. Contudo, a velha e sabia floresta ria daquelas pessoas que percorriam aquela trilha, como se fosse um caminho unico, sem se atreverem a muda-lo.

(*) Fonte: Livro Faca a Diferenca! de Gustavo G. Boog, Editora Gente/Infinito.



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