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Um informativo a serviço dos clientes e amigos do Sistema Boog de Consultoria – no. 001 – 16/03/2016
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O Boog News está de volta! O seu propósito é compartilhar artigos, ideias e novidades com nossos amigos e clientes. O Sistema Boog de Consultoria atua desde 1983 em projetos de desenvolvimento das organizações, das equipes e das pessoas, oferecendo serviços de Pesquisa de Clima Organizacional, Mapeamento 360°, Workshops, Palestras, Processos Organizacionais e Coaching. O tema do envelhecimento ativo é um de nossos novos focos.

 

Nós esperamos que você goste dos conteúdos e novidades que compartilhamos. Queremos ser um canal participativo, envie suas sugestões, comentários e críticas, e sinta-se também convidado a compartilhar o Boog News com pessoas que se interessem por crescimento e desenvolvimento.

Boa leitura!

Gustavo G. Boog e Marcelo Boog
contato@boog.com.br

 

 

 

Crise: como sobreviver e sair fortalecido!

Falar que estamos em uma crise é redundante. Na TV, internet, jornais, rádios, nas reuniões de trabalho e em bate-papos informais o assunto é um só: crise política, recessão, inflação alta, dólar disparando, desemprego, queda de faturamento, corrupção etc. Isto gera uma brutal insegurança no país, e em cada organização é preciso sair das considerações e passar para ações concretas.As crises trazem enormes preocupações com o futuro, e a paralisia costuma ser fatal. As crises mostram que a maneira pela qual vinham sendo conduzidas as atividades e projetos não está mais dando resultados. As crises nos dão um “empurrão” para mudarmos, para inovarmos, para transformarmos.Se tirarmos o S da crise, teremos crie! Esta é a saída, pois sem mudanças seremos engolidos pela crise.

A boa notícia é que apesar deste lado ameaçador, as crises trazem dentro de si as sementes de novas, boas e grandes oportunidades.

Muito se fala sobre a “má gestão” como a mãe das crises. E aí cabe a pergunta: como está a gestão em sua organização? Avalie por exemplo:
•    Como medimos o desempenho e as contribuições de cada um, em especial as pessoas-chave?
•    Estamos encantando nossos clientes?
•    Há um bom sentido de equipe? Há boa integração entre as áreas?
•    Os estilos de liderança dos gestores estão adequados?
•    Cada pessoa está utilizando plenamente o seu potencial?
•    Conhecemos os pontos fortes e os pontos a melhorar de cada gestor?
•    Os gestores são chefes ou líderes?
•    Como está a motivação nas equipes?
•    Como a organização estimula e concretiza a inovação em produtos, serviços e mercados?

Em resumo, os gestores sabem lidar bem com a gestão de pessoas e equipes? Nossa experiência de mais de 30 anos de consultoria mostra que:
•    muitos profissionais que hoje ocupam posições de gestão foram promovidos por suas competências técnicas, e têm grandes carências no gerenciamento de pessoas e equipes. Liderança, equipe, comunicação e feedback costumam ser competências fracas que precisam ser desenvolvidas.
•    bons líderes criam ótimos climas, e maus líderes criam péssimos climas de trabalho. Dados estatísticos mostram altíssimas correlações entre a boa liderança e alto comprometimento e desempenho, motivação e resultados. Portanto, se a organização quer melhorar o clima, deve investir no desenvolvimento de seus gestores.

Sabemos que nas crises há muitos fatores fora do controle. Mas, há muita coisa que pode e deve ser feita, pois se tivermos pessoas e equipes preparadas e motivadas, teremos boas chances de sairmos fortalecidos desta crise. Algumas ações possíveis, urgentes e importantes são:
•    realizar Pesquisa de Clima Organizacional, para conhecer com indicadores confiáveis como está o clima de cada segmento da organização quanto a motivação, atuação dos gestores, práticas de RH etc., e em função destes dados  realizar ações correspondentes, onde houver maior relação benefícios/custos.
•    conhecer com profundidade o perfil de cada gestor, com a abordagem 360° ou 180°, mensurando competências de atingir resultados, cuidar dos clientes, criar um clima motivador ao desempenho e incentivar a flexibilidade e inovação, bem como o perfil de atuação e o equilíbrio entre o dar e receber.
•     desenvolver competências de gestão, com palestras, workshops e trabalhos práticos no ambiente de trabalho, em temas como o papel do gestor, liderança, equipe, comunicações e feedback. Estes programas devem estar integrados às estratégias organizacionais, e não serem atividades isoladas.
•    oferecer um programa de coaching para a melhoria de comportamentos não alinhados com o momento atual
•    rever políticas e praticas de Gestão de Pessoas (RH), com decisões comprometidas dos líderes de topo da organização, obtidas num programa Team Building.

Entendemos que com este roteiro, as chances de sobreviver e fortalecer-se são enormes. Que tal começar a agir?

Gustavo e Marcelo Boog são Diretores do Sistema Boog de Consultoria.

 

 

Ao longo de nossa vida os desafios vão mudando. Na idade madura, em geral os filhos já estão encaminhados na vida e um patrimônio foi construído. Muitos já estão se aposentando ou aposentados, e surge a pergunta: o que vou fazer de minha vida nos anos que me restam?

A cabeça continua jovem, o corpo começa a mostrar os sinais da idade, mas o mais importante é que estamos vivos e queremos ter anos ativos, saudáveis e positivos pela frente. Viagens, lazer, encontros com amigos e hobbies são deliciosos, mas não preenchem a nossa necessidade de atividades com significado.

O coaching proporciona boas reflexões, indica caminhos, faz um balanço de suas oportunidades e oferece uma visão ampliada da sua situação atual, do que pretende alcançar e um plano realista de ações. Com isso novos impulsos virão. Estar bem consigo mesmo para viver com mais plenitude é o patrimônio mais precioso que temos, pois sem isso nada tem valor.

A seguir está um artigo meu que identifica os benefícios do coaching. Espero que ele te ajude em tuas decisões.

 

Eu preciso de Coaching?

O coaching está cada vez mais difundido, e no turbulento mundo em que vivemos, cada vez mais pessoas precisam desse tipo de serviço.

O coaching, conduzido em poucas reuniões, apoia pessoas que precisam avaliar as alternativas para tomar uma decisão, resolver situações insatisfatórias, melhorar relacionamentos, usar melhor seus potenciais ou eliminar um mal estar causado por divergências. O coaching busca tornar as pessoas mais conscientes de suas possibilidades, de usarem mais plenamente seus potenciais, e com isso tornarem-se melhores.

Gosto da metáfora de que o coach é um guia que caminha com seu participante por florestas escuras, trilhas montanhosas ou pântanos úmidos. O guia pode dar alertas, pode mostrar possibilidades, pode sugerir alternativas, mas não pode nem tomar decisões pelo participante nem caminhar por ele. No coaching é gerada a força para decisões a serem tomadas.

Algumas situações comuns que tenho encontrado em minhas atividades como coach:

• Profissionais senior, aposentados ou na pré-aposentadoria, sentem pavor de ficarem inativos, e a perspectiva de não terem mais utilidade traz muitas dúvidas e temores. O coaching ajuda ao abrir perspectivas novas de fazer da idade madura um período de plenitude, resgatando motivações e potenciais que ficaram escondidos por décadas. Nós nos sacrificamos muito para nos tornarmos adultos responsáveis, e essa nova fase pode ser altamente libertadora.
• Jovens da geração Y gostam da ideia de serem empreendedores, de montar um negócio próprio. Estão muitas vezes numa empresa boa, têm salário e benefícios acima da média, mas discordam da forma de atuação de seus chefes e da cultura da empresa. Perderam a motivação por seus trabalhos, sentem-se presos em tarefas rotineiras e pouco desafiadoras. O coaching nesses casos avalia com clareza as opções de ficar ou sair da empresa, explorando novas possibilidades, mudando para outra organização ou ingressando num negócio próprio.
• Profissionais por volta dos 30 anos estão muitas vezes em cargos de liderança, e agem como chefes ao invés de serem líderes. É clássica a promoção a cargos de liderança a partir de alguns anos de sucesso na área técnica, mas sem nenhum preparo e avaliação de perfil. Tenho visto chefes que literalmente odeiam gente e que estão em cargos de gestão, o que obviamente não dá certo. Muitas vezes são profissionais chave em suas organizações, que não quer perde-los para a concorrência, mas seus estilos são inadequados para um ambiente em que os talentos vão embora rapidamente. Chefes excessivamente autoritários (muito comum), ou exageradamente permissivos, ou ainda omissos causam um terrível e perverso efeito no clima da organização, gerando mal estar, queda de resultados e alto turnover.
• Conflitos de relacionamento são temas usuais no coaching, onde se avaliam causas e possíveis soluções, numa família, numa relação amorosa, entre amigos, numa empresa familiar: um papo aberto com os envolvidos, uma exposição das expectativas, as insatisfações com certos comportamentos, a solicitação de um feedback são aspectos a serem discutidos no coaching.

Idosos trazem para o coaching questões como:
•    O que fazer com o tempo livre?
•    Como dar significado às atividades que faço?
•    Como devem ser as relações com a família?
•    Aspectos jurídicos de heranças e patrimônio

Acionistas e sócios buscam respostas em assuntos tais como:
•    Papéis familiares e profissionais estão misturados  num mesmo empreendimento
•    Conflitos e  lutas de poder entre acionistas, alguns mais conservadores e outros mais inovadores
•    Decisões de sucessão com parentes
•    Como nos estruturarmos da forma mais adequada para esse momento organizacional?
•    Como abrir espaço de autonomia junto a um pioneiro que não se afasta?
•    O que posso fazer para melhorar minha qualidade de vida?

Líderes e jovens profissionais trazem para o coaching questões como:
•    Qual é minha contribuição para melhorar o relacionamento entre equipes de diferentes áreas?
•    Como ajustar o meu perfil com as exigências do cargo?
•    Como lidar com a sobrecarga de trabalho? o estresse excessivo?
•    Qual é o melhor próximo passo para minha carreira?
•    Como lidar com a “politicagem” interna?

Se você se identificou com alguma dessas situações descritas, ou com algo parecido, você terá muitos benefícios com um processo de coaching.

 

 

Se você tem mais de 60 anos, ou cuida de uma pessoa idosa, participe da Pesquisa de Relacionamento com Idosos e ganhe 2 E-books:

Veja uma entrevista de Marcelo Boog sobre Qualidade de Vida no Trabalho
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10º ConviRH – Congresso Virtual de Recursos Humanos
Esta edição histórica ConviRH, terá uma palestra com Marcelo Boog, sobre Gestão de Times. Confira.
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Mais Velhos, Mais Sábios
O Encontro “Mais velhos, mais sábios” de abril terá como tema  “Aspectos jurídicos do envelhecimento”. Com certeza você tem perguntas sobre fazer ou não um testamento, como lidar com os herdeiros, colocar um imóvel em usofruto ou fazer doação, providências de inventário e tantos outros aspectos legais importantes no envelhecimento. São providências, que se tomadas com antecedência, podem evitar custos elevados, processos intermináveis e conflitos familiares. A Dra. Carmen Sanz Yeboles Camaño, advogada especializada em direito da família, vai apresentar todos estes aspectos legais e responder às perguntas dos participantes. A participação nas reuniões é gratuita e acontece na Rua Verbo Divino, 392, Santo Amaro, São Paulo, SP. Reserve em sua agenda as datas dos próximos Encontros, sempre aos sábados das 9 às 12horas:
9/abr – 14/mai – 4/jun – 16/jul – 13/ago – 17/set – 22/out – 19/nov Coordenador – Gustavo G. Boog – gustavo@boog.com.br

 

 

 

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