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OS PILARES DA GESTÃO DE PESSOAS E EQUIPES?

O resgate da dimensão humana nos negócios

Gustavo G. Boog (*)

O RH das empresas se transformou num verdadeiro labirinto, cheio de segredos, onde as pessoas facilmente perdem o foco. Qual é o básico, o essencial, as bases, os alicerces da Gestão de Pessoas e Equipes?

 

Junto com Magdalena Boog, na privilegiada posição de Coordenadores do Manual de Gestão de Pessoas e Equipes da ABRH/ APARH, pudemos “destilar” a essência que integra os 77 capítulos que compõe este livro, que se constitui no que há de mais atual no Brasil. Integrando este “destilado” à nossa vivência em dezenas de projetos de consultoria, preparamos os “dez pilares” da área: ao observar estes aspectos essenciais, a empresa resgata a dimensão humana e reforça seus resultados de negócio; passa a ter em mãos o mapa e a bússola que a conduzirão com segurança nos caminhos do labirinto; têm elementos para avaliar as tantas novidades que surgem no mercado e decidir se são adequadas ou não para a empresa.

 

01. A dimensão humana é vital ao sucesso do negócio

Parece tão óbvio, mas na prática não é! As empresas estão redescobrindo que são as pessoas que movimentam o negócio, principalmente as que estão em contato direto com o cliente. A antiga polaridade “resultados ou pessoas” está se transformando em “resultados e pessoas”.

 

02. Pessoas devem ser tratadas como pessoas

Pessoas são muito mais que mão-de-obra ou recursos humanos. As pessoas devem ser incluídas em sua integralidade, nas suas dimensões físicas, vitais, emocionais e espirituais. Neste ambiente de rápidas mutações, os líderes têm um papel fundamental: atitudes do tipo “manda quem pode, obedece quem tem juízo” ou “você é pago para executar e não para pensar” estão em fase de extinção

 

03. A Gestão de Pessoas e Equipes deixou de ser monopólio do “Depto. de RH”:

Todo Gerente é também um Gerente de Pessoas. Para tanto, como bem tem divulgado César Souza, é preciso “negocializar o RH e RHlizar os gestores”. A Gestão de Pessoas e Equipes passa a ser descentralizada, exigindo dos líderes novas habilidades, que precisam rapidamente ser desenvolvidas: a ênfase técnica passa a ser equilibrada com os aspectos humanos e estratégicos (holísticos)

 

04. Há uma ampliação da visão para além das fronteiras da empresa

Comunidade, meio ambiente, ecologia, cidadania corporativa, responsabilidade social e desenvolvimento sustentável são novas exigências que se integram à estratégia empresarial, definindo posturas dos clientes frente ao nosso negócio. Há um alargamento do horizonte de tempo no processo decisório: quais são as conseqüências de nossos atos para as próximas gerações?

 

05. O foco central da área de Gestão de Pessoas passa a ser o desenvolvimento/ carreira/ aprendizagem

A empresa é uma organização que precisa e gosta de aprender continuamente, como um processo estruturado. As pessoas são tratadas como adultos responsáveis, ávidos por aprender, e a humildade é cultivada sistematicamente, em oposição à arrogância do “isto eu já sei!”.

 

06. Estabilidade e segurança já fazem parte do passado: risco e mudança são o novo panorama

O risco do negócio passa a ser compartilhado por todos. Assumir riscos, o exercício da flexibilidade e o uso intenso da criatividade são estimulados e reconhecidos

 

07. As informações se transformam cada vez mais em commodities

As informações estão cada vez mais disponíveis, o que se choca com estilos de gerenciamento fechados. A hierarquia mantém-se presente, mas abrandada com muito trabalho em múltiplas equipes, promovendo um rodízio das lideranças, que passam a ter estilos mais abertos e participativos, conduzindo à construção de uma visão compartilhada e comprometida de todos

 

08. A Tecnologia da Informação acelera as novas formas de gestão de pessoas e equipes

O e-Learning possibilita o acesso a treinamento 24h ao dia, sem consideração de local . O Teletrabalho substitui o tradicional escritório. Os Bancos de Dados atualizam continuamente informações sobre pessoas. Tudo isto acelera novas formas de gerenciar, onde os gestores passam a ter um maior grau de responsabilidade e de autonomia nas decisões que envolvem pessoas

 

09. A nossa superada legislação trabalhista está sendo atropelada pela realidade

Os tradicionais vínculos empregatícios estão sendo substituídos por parcerias. Terceirizações, cooperativas e novas formas de trabalho surgem rapidamente. A remuneração é crescentemente variável, partilhado os ônus e bônus do negócio: bons resultados levam a ganhos, maus resultados levam a perdas. O partilhar de dados de desempenho da empresa passa a ser mandatório.

 

10.  Qualidade de vida se alojou nas expectativas das pessoas

As pessoas que trabalham usualmente estão sobrecarregadas, realizando o trabalho que anteriormente era realizado por três ou quatro pessoas, gerando um alto nível de stress dentro das empresas. As atenções às longas jornadas de trabalho, ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional, ao tempo de lazer, ao bem estar físico e ao equilíbrio emocional e espiritual são as novas prioridades, para as quais as terapias complementares são um caminho reconhecido de busca desta qualidade, pois consideram as pessoas na sua integralidade

Estas são mudanças profundas. Não basta mudar o dirigente de RH, a estrutura ou os processos de RH. É preciso mudar a cabeça e o coração de todos os envolvidos dentro da empresa.. A Direção e as Lideranças têm um papel crucial e indelegável na implantação deste novo modelo

 

Nossos pilares são firmes?

 

Assinale com um “x” a sua avaliação da freqüência de utilização de cada um dos pilares da Gestão de Pessoas e Equipes na sua empresa

 

Pilares

Nunca

Ás Vezes

+ ou -

Quase Sempre

Sempre

A dimensão humana é vital ao sucesso do negócio
Pessoas devem ser tratadas como pessoas
A Gestão de Pessoas e Equipes deixa de ser monopólio do “Depto. de RH”.
Há uma ampliação da visão para além das fronteiras da empresa
O foco central da área de Gestão de Pessoas passa a ser o desenvolvimento/ carreira/ aprendizagem
Estabilidade e segurança já fazem parte do passado: risco e mudança são o novo panorama
As informações se transformam cada vez mais em commodities
A Tecnologia da Informação acelera as novas formas de gestão de pessoas e equipes
A nossa superada legislação trabalhista está sendo atropelada pela realidade
Qualidade de vida se alojou nas expectativas das pessoas

 

O que estas respostas estão indicando?

 

Que ações devem ter prioridade em 2003?

 

(*) Gustavo G. Boog é Consultor e Terapeuta Organizacional, conduzindo projetos de elevação da competência pessoal, grupal e empresarial. Fone (11) 5183-5187 E-mail conta@boog.com.br  Site www.boog.com.br

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